Fotos

Fotos

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Justiça indicia por homicídio quadruplamente qualificado suspeito de matar jovem em represa.

O homem suspeito de matar Juliana Jovino, de 24 anos, e de ter jogado o corpo dela na represa de Itupararanga, no Natal do ano passado, em Votorantim (SP), foi denunciado à Justiça nesta terça-feira (24) pelos crimes de tráfico de drogas, homicídio quadruplamente qualificado e abandono de incapaz.
De acordo com Wellington dos Santos Veloso, o promotor da Vara Criminal de Votorantim, Celso Rodrigues Nunes, 33 anos, deve ser julgado ainda neste ano. As penas para cada um dos crimes, se somadas, ultrapassam 12 anos de prisão.
O homicídio foi enquadradado em quatro qualificadoras, sendo elas feminicídio, tráfico privilegiado, ocultação de crime anterior e uma majorante, que é praticar o crime na presença da filha da vítima. Celso está preso preventivamente no Centro de Dentenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Na época do crime, o rapaz abandonou a filha de Juliana, de 2 anos, na rua. A menina foi encontrada no dia seguinte, abraçada em uma árvore no Jardim Eldorado, em Sorocaba. Após o crime, ela ficou sob os cuidados da avó materna.
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Juliana Jovino morreu por afogamento. O laudo toxicológico apontou que havia cocaína no sangue dela. O rapaz suspeito do crime foi chamado para ir até a delegacia e de lá seguiu para a cadeia, no dia 20 de março.

O crime

Em depoimento, o suspeito contou que conheceu Juliana no dia 23 de dezembro e foram sozinhos até um bar no bairro Nova Esperança, em Sorocaba. Os dois passaram a noite no local e teriam pegado a filha dela na casa da família.
Em seguida, teriam ido a um churrasco antes de seguirem para a casa dele, em Votorantim. Até então, segundo a polícia, o suspeito disse que havia consumido bebida alcoólica e Juliana usado drogas.
"Celso relatou que os dois estavam juntos em um dos cômodos e a menina teria ficado brincando no quintal. Em determinado momento, Juliana começou a ficar roxa, após usar mais drogas. Ele disse que tentou acordá-la durante uma hora", contou o delegado ao G1.
O suspeito ainda disse no depoimento que, desesperado e embriagado, optou por colocar o corpo desacordado no banco de trás do carro e a criança no banco da frente antes de voltar para Sorocaba.
Horas depois deixar a criança em Sorocaba, ele disse ter ido até a represa de Votorantim, onde jogou o corpo de Juliana na água.
Do G1.

Nenhum comentário:

Postar um comentário