Um caminhão invadiu uma feira de Natal nesta segunda-feira (19) em Berlim (Alemanha). Segundo a polícia, há nove mortos e “muitos feridos”. De acordo com a rede de TV CNN, são mais de 50 pessoas feridas.
Ainda não está claro por que o caminhão saiu da avenida em que estava e entrou na área da feira, que acontece na praça Breitscheid, perto da avenida Kurfürstendamm, na parte Ocidental de Berlim.
A polícia informou que uma pessoa foi presa perto do parque Tiergarten, suspeita de conduzir o caminhão, e que outra pessoa que estaria no veículo morreu no local. Depois, informou que não há mais nenhuma situação de perigo na região da praça.
A Casa Branca repudiou o que “parece ser um ataque terrorista” em Berlim.
Um vídeo postado pelo jornal Berliner Morgenpost em sua página no Facebook mostra pessoas no chão, objetos destruídos no local e o caminhão danificado.
O caminhão entrou na feira por volta das 20h locais (17h, no horário de Brasília-DF), quando muitos turistas e moradores faziam compras. A praça fica ao pé da igreja Kaiser Wilheim, parcialmente destruída na Segunda Guerra Mundial e mantida como memorial.
Viaturas da polícia e ambulâncias foram rapidamente para o local, conforme uma grande operação de segurança se desdobrava. O prefeito da cidade, Michael Müller, disse que ainda não se sabe o motivo da invasão.
A agência de notícias dpa afirma que foi informada pela polícia que o caso está sendo tratado como um atentado,mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente. A mídia local diz que o caminhão tinha uma placa da Polônia.
A polícia de Berlim pediu que os moradores fiquem em casa, deixem as ruas da região livres e não espalhem rumores nem vídeos, para não atrapalhar as investigações.
“Escutei um barulho forte e então fui em direção à feira de Natal e vi muito caos… muitas pessoas feridas”, disse Jan Hollitzer, vice-editor do jornal Berliner Morgenpost, à CNN. “Foi realmente traumático.”
“Estamos em luto e esperamos que os muitos feridos recebam a ajuda necessária”, disse o porta-voz da chanceler Angela Merkel, Steffen Seibert, em sua conta no Twitter.
Com informações de O sul.

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