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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Em Brasilia grupos e PMs entram em confronto horas após aprovação da PEC dos gastos.

Manifestantes e policiais militares entraram em confronto na tarde desta terça-feira (13), horas depois da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos. Estudantes e ativistas políticos jogaram pedras e paus contra PMs, que reagiram com bombas de gás lacrimogêneo.

A parada de ônibus em frente à Biblioteca Nacional foi depredada, e um contêiner de lixo, incendiado. Prédios públicos foram pichados. Carros de uma concessionária foram quebrados. Pelo menos 40 pessoas foram presas. Entre elas, uma por porte de drogas, duas por portar bolinhas de gude e estilingues e duas por envolvimento nos atos de vandalismo. Sete policiais se feriram durante o ato. Até as 19h não havia balanço de manifestantes machucados.

De acordo com a Polícia Militar, ao menos um policial foi ferido. A estimativa da corporação era de que 2 mil pessoas participassem dos protestos às 17h. O número era semelhante ao efetivo deslocado para a operação. Os organizadores do protesto preferiram não falar em números enquanto negociavam a liberação de carros de som.

Os manifestantes levaram coroas de flores, faixas e máscaras ironizando a imagem do presidente do Senado, Renan Calheiros, à Esplanada dos Ministérios. Policiais militares fizeram um cerco ao redor do Museu da República – alvo de pichações no último protesto – e nas proximidades do Congresso Nacional.

O trânsito na região, interditado desde as 6h, ficou travado enquanto os manifestantes se dispersavam pela região e vândalos ateavam fogo em contêineres. Policias chegaram a golpear parte deles com cacetes. A cavalaria e o Batalhão de Choque participaram da operação.
G1.

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