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| Avião com Jackson Follmann faz escala em Manaus (Foto: Marcos Dantas) |
A aeronave Phenom 300, que transporta o goleiro Jackson Follman para São Paulo, pousou no aeroporto Internacional de Manaus por volta das 19h35 (de Brasília), onde realiza uma escala técnica (reabastecimento e regularização do voo). O avião, que saiu de Medellín às 16h35, deve seguir para São Paulo por volta das das 20h30. A previsão de chegada ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, é 2h30.
Na capital amazonense, a aeronave foi recebida com a “saudação de águas”, homenagem da empresa que administra o Aeroporto Internacional de Manaus, com dois caminhões lançando jato d’água com a aeronave no meio.
O jogador da Chapecoense, primeiro sobrevivente brasileiro do acidente com o avião do time catarinense a retornar ao país, ficará internado no hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde deverá ser submetido a uma cirurgia na vértebra. A aeronave que transporta o goleiro é voltada para o transporte de pacientes.
De acordo com o cardiologista Francisco Souto, chefe médico da aeronave que fará o transporte da Colômbia ao Brasil, relatou as características do avião, uma espécie de UTI móvel.
– A aeronave é um Phenom 300, dedicada ao transporte aeromédico, onde temos todos os recursos para manter a vida e o tratamento que for necessário. Temos respiradores, desfibriladores, oxímetro, medicamentos, enfim, tudo que é necessário para transportar o paciente. É uma UTI móvel – disse.
Jackson Follmann teve parte da perna direita amputada. Neste domingo, o goleiro passou por nova abordagem para limpeza no local do ferimento. O quadro geral é bom, de acordo com avaliações dos médicos.
– Desde sábado estamos em contato com Dr. Edson (Stakonski), da equipe médica da Chapecoense, e todo quadro clínico e exames têm sido passado para nós, até para o preparo da aeronave para o transporte – avaliaram.
O voo que levava o time da Chapecoense caiu no dia 29 de novembro, quando chegava a Medellín, na Colômbia. Setenta e um passageiros faleceram, sendo 19 jogadores. Houve seis sobreviventes. Além dos quatro brasileiros (Follmann, Alan Ruschel, Neto e Rafael Henzel), sobreviveram dois tripulantes bolivianos, que já voltaram para o seu país.
Do Globo Esporte.

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