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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

“Quero ser um facilitador em um trabalho conjunto”, diz futuro secretário de Segurança.

Ex-comandante da Polícia Militar nos governos Wilma de Faria, Iberê Ferreira de Souza e Rosalba Ciarlini – menos de Robinson Faria, quando comandou a segurança da Assembleia Legislativa -, o futuro secretário da Segurança Pública da governadora eleita Fátima Bezerra, coronel Araújo Silva já deixou claro que não gosta de protagonismo.
“Quero ser um facilitador dentro de um trabalho conjunto de todas as instituições estaduais e federais ligadas à segurança pública do Rio Grande do Norte”, cravou Araújo em entrevista na quarta-feira à rádio 95 FM.
Nesta primeira exposição pública como futuro secretário da pasta, o coronel Araújo assegurou que respeitará a autonomia de todos os seus comandados na máquina da segurança pública e não se limitará ao modelo burocrático do terno e da gravata, figurino do primeiro escalão do governo.
“Vocês me verão também de tênis, bota, colete, pistola, participando de operações de rua toda vez que estiver perto de uma ocorrência policial”, assegurou.
Sem dizer se a futura governadora eleita lhe deu a famosa “carta branca” para agir e definindo-se como um servidor público, cumpridor de ordens, coronel Araújo deixou claro que já começou extraoficialmente na função com o planejamento da operação verão, que se estenderá até o Carnaval, em março.
Perguntado por um ouvinte do programa se já tem um planejamento para ocupar o espaço do crime organizado de Natal, ele deu a primeira resposta decepcionante: “não”.
O que haverá é uma política ostensiva de policiamento, seguindo a orientação da governadora eleita de passar maior sensação de segurança à população. “Daremos prioridade, além da integração e ações ostensivas, à investigação e inteligência policiais”, afirmou sem especificar como pretende fazer isso.
O coronel Araújo deu a entender que trabalha pela integração de todas as instituições e que é bom no ofício de produzir harmonia por todos os lugares por onde passa – razão pela qual sua nomeação foi festejada por setores de todas as polícias ao ser anunciada pela governadora eleita.
“Sozinho não irei resolver nada”, voltou a pregar o secretário da conciliação.
agorarn.

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